sábado, 27 de outubro de 2012


A vitória da cruz na nossa vida

 “Erguei  a minha cruz sobre os vossos sonhos, a minha cruz que representou a derrota dos sonhos daqueles que pensaram que Eu iria restaurar imediatamente o reino de Israel, que ao me verem morrer na cruz viram morrer também o seu sonho de libertação das mãos do opressor. Estes não entenderam que Eu os libertei sim do verdadeiro opressor. Quando erguerdes a minha cruz sobre os vossos sonhos, o meu sangue lavará e restaurará corações desapontados e descrentes por terem visto tantos de seus sonhos ruírem. Eu lavarei as feridas da mágoa, desapontamento e tristeza profunda no meu sangue redentor. Eu resgatarei a verdade e cancelarei toda a ilusão e mentira a respeito da felicidade. Eu realizarei cura profunda em vosso interior para que volteis a crer e a sonhar. Eu lavarei no meu sangue a vossa visão para que possais ver os bens futuros que lhes preparei. Lavarei também no meu sangue todos os envolvidos, todas as pessoas e circunstâncias das quais dependeis para realizardes vossos sonhos. Eu vos libertarei das amarras da descrença, do fracasso, das palavras de maldição, do fatalismo e vos deixarei livres para sonhar, sem traumas, sem medos, sem nada que os prenda”.Por Maria Beatriz Spier VargasSecretária geral do Conselho NacionalGrupo de Oração MagnificatNo dia 17 de outubro de 2007, durante uma vigília, de madrugada, recebemos a profecia que nós chamamos “a profecia da cruz” (confira no box) e, desde então, temos rezado com ela permitindo que Deus nos cure de muitos males. Essa profecia fala de olharmos para nossa vida com olhos diferentes, para não termos só a visão do mundo, mas sim a visão cristã, na perspectiva da cruz. Ela fala de erguermos a cruz sobre nossos sonhos e desejar que o próprio Deus coloque os seus sonhos no nosso coração, pois eles são infinitamente maiores e mais bonitos do que todos os sonhos que nós poderíamos sonhar. É isso que nos ensina a história da salvação. O povo de Israel sonhava com alguém que os libertasse das mãos dos romanos, mas Deus sonhava com uma libertação maior, sonhava em resgatar todas as pessoas de todas as épocas das mãos do maligno e nos levar de volta à comunhão com Ele.

A cruz é para nós um símbolo do sacrifício único de Cristo como mediador entre Deus e os homens. Na cruz, temos a remissão dos nossos pecados e somos novamente admitidos na presença de Deus como filhos seus, filhos no Filho. A salvação universal foi consumada na cruz, porém, precisamos nos apossar dela tornando-a salvação pessoal para que a vitória sobre o mal aconteça na nossa própria vida. O próprio Jesus convidou seus discípulos a tomarem sua cruz e segui-Lo a fim de se associarem ao seu sacrifício redentor. Como podemos transformar a salvação universal em salvação pessoal, como podemos nos associar ao sacrifício de Cristo?

Olhando para a paixão de Jesus, podemos entender que o sofrimento na nossa vida, as podas, as perdas, as dores emocionais, as dores físicas, a dor na alma representam o nosso suor de sangue. Se nós pudermos dizer do fundo do coração como Jesus no Jardim das Oliveiras: “Pai, não seja feita a minha vontade, mas a tua” (Lc 22, 42b), então, estaremos unindo o nosso suor de sangue ao de Jesus e isso terá uma grande força redentora em nossa vida. Jesus, mesmo no meio da dor, nunca perdeu a perspectiva do Pai. Seu único desejo era glorificar o nome do Pai e fazer Sua vontade, porque Ele, acima de tudo, confiava no amor do Pai.

Dias atrás encontrei um casal de amigos cujo filho, ainda adolescente, resolveu acabar com a própria vida. A mãe, entre lágrimas, me disse: “Eu sei que não era vontade de Deus que a vida do meu filho acabasse assim, mas sei também que o Pai o ama muito mais do que nós o amamos e, naquela hora, Ele não o abandonou, Ele estava lá com o meu filho. Sei que o Pai nunca nos abandona, nem quando pecamos, porque Ele nos ama. Aconteça o que acontecer, Ele está junto de nós. Sei também que o sangue que Jesus derramou na cruz pelo nosso filho há de clamar por ele, pela sua salvação. Isso nos dá forças para continuar. Agora não é hora de negar a nossa fé, mas de afirmá-la. Nós continuamos a confiar em Deus e somos muito agradecidos a Jesus pelo o que Ele fez por nós e por nosso filho na cruz. Isso nos ajuda a retomar a vida apesar da dor”.

Essa mãe entendeu que é preciso fazer e manter o sacrifício do louvor, a reafirmação da fé, até o ponto de conseguir compreender que nada se perde ou fica sem sentido se vivido com Deus. A cruz na nossa vida não deve nos afastar de Deus, mas deve ser motivo de nos aproximar Dele, para poder se tornar salvação.

Aceitar a cruz, de forma que ela se torne redentora, é viver sempre totalmente na presença de Deus, sem fugir da própria vida para viver de ilusão. Jesus, antes de ser pregado na cruz, teve a oportunidade de tomar vinho misturado com fel, uma bebida inebriante que costumavam oferecer aos supliciados para atenuar os sofrimentos. Ele recusa esse entorpecente porque quer assumir plenamente sua missão, quer estar lúcido e consciente até o fim, não quer fugir daquela situação e nem daquele lugar.

Nós também não devemos nos iludir. Não é fugindo das dificuldades da nossa vida que as coisas se resolvem. É a bênção de Deus que coloca tudo em ordem e no lugar. Em todos os momentos de nossa vida, diante do trabalho, da família, da missão, devemos dizer: “Eis-me aqui, Senhor!”. Assim fazendo, somos colocados na presença de Deus, na presença da luz, da graça, do amor, do poder de Deus. Jesus, ao recusar a bebida entorpecente, nos ensina a estarmos inteiramente no lugar onde estamos e fazer aquilo que somos chamados a fazer. Por mais difíceis que sejam as circunstâncias que nos envolvem, se elas forem vividas na presença de Deus, o nosso fardo se torna mais leve e fazemos o que é certo para a nossa própria salvação e para a salvação dos outros ao nosso redor.

Aderir ao sacrifício da cruz para receber a salvação é estarmos dispostos a perdoar como Jesus perdoou. Ele disse: “Pai, perdoa-lhes: não sabem o que fazem” (Lc 23, 34). Quantas vezes negamos a cruz ao negarmos os ensinamentos de Jesus! Não abençoamos, não perdoamos, falamos mal uns dos outros pelas costas, julgamos, condenamos ao invés de colocarmos “nossa causa nas mãos daquele que julga com justiça” (cf I Pe 2, 23).

Certa ocasião, aprendi algo que muitas vezes falho por não fazer, mas que, quando faço, ocasiona muitas bênçãos na minha vida e na de todas as pessoas envolvidas: silenciar em oração. Quer dizer, quando fico tentada a falar mal de alguém e a criticar, começo a orar por essa pessoa. Rezo o Veni Creator por ela, pedindo que o Espírito Santo a ilumine, preencha o seu coração com o fogo do seu amor e a console em todas as suas aflições. A seguir, rezo por mim mesma, com a Palavra, pois creio que a Palavra de Deus é poderosa para arrasar as fortificações do orgulho e do pecado em mim, rezo assim: “Sei que a esperança não engana, pois o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5, 5). Peço que aquilo que a Palavra diz aconteça em mim, que o amor de Deus tome conta do meu coração e me ajude a perdoar e não julgar. Testemunho que é impressionante a ação de Deus na nossa vida quando colocamos as situações que poderiam se transformar em pecado diante do amor de Deus, clamando pelo Espírito Santo. Acontece o que a Palavra diz, o amor de Deus é derramado no nosso coração e conseguimos nos acalmar, conseguimos perdoar, conseguimos enxergar as coisas sob outra perspectiva, pois a luz do Espírito Santo é derramada sobre o nosso entendimento. Silenciar em oração é fazer como Jesus na cruz, pois Ele poderia ter denunciado tantas coisas, mas calou e perdoou e isso falou muito mais alto. Não nos iludamos, o que nos torna tristes e deprimidos, magoados e ressentidos não é o que os outros nos fazem, mas como nós reagimos diante dos acontecimentos.

Deixemos o sonho de Deus vencer na nossa vida, assumindo a cada dia a nossa vida com fé e vivendo no amor e no perdão como Jesus nos ensinou. Essa é a vitória da cruz, a vitória do bem sobre o mal.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012


RCC CG elege seu novo presidente

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Durante os dias 19, 20 e 21 de outubro a Renovação Carismática Católica de Campina Grande esteve reunida para discernir e votar para a presidência da RCC diocesana, foram momentos marcados pela oração, partilhas, adoração, celebrações eucarísticas e formações. Um momento de se refletir sobre a liderança do movimento.

Tivemos a graça de eleger o atual coordenador do ministério de comunicação, HERNANDES BRANDÃO, para, a partir de, o próximo ano presidir o Conselho Diocesano da RCC e coordenar as atividades do movimento na diocese. Este momento foi uma confirmação do que todos já esperavam. 
Que Deus favoreça suas graças na vida desse nosso irmão.

José Luís
Presidente da RCCCG

quarta-feira, 10 de outubro de 2012


Moção Profética


Ele é o doador de Vida!


Na 30ª edição do nosso Congresso Nacional, realizado de 10 a 15 de julho de 2012 em Foz do Iguaçu/PR, durante a pregação da Patti Mansfield, um trecho de sua fala inspirada tocou-nos de forma especial:

"Eu sou chamado o doce hospede da alma: deixe que Eu seja o doce hospede das suas almas. Eu sou chamado de refrigério para os que estão cansados: deixe que Eu seja refrigério para você nos seus cansaços. Eu sou chamado de poder e força para os fracos: deixe que Eu seja poder para você. Eu sou chamado de luz para aqueles que estão nas trevas: deixe que Eu seja luz na sua vida. Recebam o Espírito Santo, o Senhor, o doador da vida".

Doce hóspede da alma, que age em nossa liberdade e deseja nos doar a vida. Aleluia! Gentilmente nos pede: “Posso ser o refrigério, a força, a luz de suas vidas?”. E que vida é essa que anseias nos oferecer?

Quando recorremos a Sagrada Escritura, no livro do profeta Ezequiel, encontramos a resposta. Fala-nos de uma fonte maravilhosa que jorra do templo, uma torrente que se lançará no mar. A tradução da Bíblia Ave Maria no seu rodapé nos diz que este mar é o Mar Morto, cujas águas eram salgadas demais para permitir a vida. No entanto, a Palavra de Deus nos diz que essa corrente aí será lançada, tornando essas águas mais saudáveis (cf. Ez 47, 1-8). Prossegue o texto bíblico com esta afirmação: “em toda a parte aonde chegar a torrente haverá vida” (Ez 47, 9b). Depois da passagem destas águas que vem do santuário (cf. Ez 47, 12), o que antes eram sinais de morte se transformam.

Sejam quais forem os símbolos empregados, sopro ou água, neste caso ambos se referem à vida. E vida onde há uma situação de “não-vida”. A moção destacada nos fala de cansaço, fraqueza, trevas. E podíamos acrescentar tantos outros indícios que traduzem a nossa condição quando nos falta a vitalidade.

Alegremo-nos, pois o Senhor que dá a vida nos convida a abrir o coração para que Ele atue de forma nova. Ele pode e quer nos devolver a vida. E pede somente: “deixe que Eu seja...”. Ore neste instante: “Eu deixo, eu permito que ajas de maneira nova em minha vida. Entrego-te meu cansaço, minha fraqueza. Permito que seja meu refrigério, minha força. Deixo que dissipes as trevas que me circundam. Vem iluminar as minhas incertezas. Renovar a minha vida. Devolver-me o brilho. Vem Espírito Santo. Vem doador de vida”.

E sempre que nos sentirmos sem vida, recorramos ao Espírito Santo. Onde Ele toca tudo se transforma. Qual realidade você precisa que Ele toque agora? Basta apresentá-la, com fé. Não perca tempo, ainda que seja no silêncio do teu coração!

ENF 2013 está com inscrições abertas

As inscrições para o próximo Encontro Nacional de Formação (ENF) estão abertas. O evento acontece entre os dias 24 e 27 de janeiro de 2013 e é voltado aos coordenadores e ministérios. Possivelmente este seja o primeiro evento a ser realizado no Centro de Eventos da Sede Nacional da Renovação Carismática Católica do Brasil, em Canas/SP.
O evento é marcado por momentos de profunda oração, formação e escuta profética. Outro aspecto muito importante é a partilha: projetos e serviços em andamento são apresentados às lideranças; as moções proféticas são compartilhadas e, a partir delas, são repassados direcionamentos sobre os trabalhos a serem desenvolvimentos pelo Movimento em âmbito nacional.
O primeiro lote de inscrições estende-se até o dia 30 de novembro e custa R$ 60,00. A partir de 1º de dezembro os valores serão alterados.

Conheça o tema e a arte da RCC para 2013

A Renovação Carismática Católica do Brasil já tem o tema que norteará suas atividades durante o ano de 2013: “Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé”. Este versículo está na primeira carta de São João, capítulo 5, versículo 4b. Tal temática foi discernida pelo Conselho Nacional como forma de incentivar o Movimento a vivenciar de forma intensa a proposta do Ano da Fé, que será aberto pelo Papa Bento XVI nesta quinta-feira, dia 11 de outubro, como comemoração ao 50º aniversário do início do Concílio Vaticano II.

O tema também é um convite ao vivo e autêntico testemunho cristão, buscando incentivar cada carismático a exercer a militância apostólica e a combatividade profética em suas realidades. Dessa forma, a arte que ilustra essa temática evidencia a cruz, principal símbolo da nossa fé.
Baixe aqui a arte do tema da RCC para 2013.

Tema de carnaval
A temática para os encontros de carnaval 2013 também já foi escolhida pelo Conselho Nacional e será "Se creres, verás a glória de Deus" (Jo 11,40)

terça-feira, 2 de outubro de 2012


Notícias da RCC Paraíba

Eleições 2012: Leia a carta do presidente estadual sobre o pleito eleitoral

eleicoes2012-600x451Irmãos e Irmãs, Paz e Fogo!

Sobre as eleições.

Dentro de poucos dias estaremos escolhendo nossos representantes municipais. O direito ao voto é uma das mais importantes manifestações de cidadania. Devemos, pois, exercê-lo de forma consciente e livre. Não obstante tantas denúncias de corrupção no meio político, o direito ao voto tem um caráter libertador se bem praticado.

Chamo atenção para uma situação que nessa campanha eleitoral ficou muito evidente. As redes sociais alteraram significativamente a forma de promoção dos candidatos. E isso é bom! Se o objetivo é divulgar o candidato, seus planos e projetos isso é muito bom. No entanto, algo tem impressionado muitíssimo. A participação de muitos cristãos nesse tipo de “campanha digital” está revelando que muitos de nós somos cópias aperfeiçoadas daqueles fariseus que diante de Jesus o aplaudia, mas por trás tramavam contra ele. E isso é mau, muito mau! Alguns comentários postados nas redes por cristãos católicos têm sido de uma ferocidade incrível! Caridade, nenhuma! Temperança, nenhuma! Respeito, nenhum! Atacam os adversários de seus candidatos como se estivessem atacando animais selvagens. É triste de ver! É triste de ler! Comentários maldosos, denegridores da imagem do outro, mentirosos por vezes, etc, etc. Parece uma rinha de galo, onde cada qual incentiva a luta pelo simples desejo de ver a desgraça e a derrota do outro. Mas isso não é o pior... Os ataques já são totalmente desproporcionais quando desferidos contra aqueles que não comungam da nossa fé, no entanto, quando se ataca desse modo impensado irmãos na fé, chegou-se ao limite do despropósito. Tenho visto com um misto de preocupação e decepção a “militância” de irmãos cristãos católicos carismáticos nessas eleições. Existem é claro às exceções; toda regra tem as suas. Porém, na grande maioria o que se tem visto são manifestações raivosas ou debochadas. Não sei quais são as piores... E isso dentro da mesma cidade, onde por vezes há apenas um único grupo de oração! Irmão contra irmão! Os grupos de oração se esvaziam enquanto as passeatas/carreatas enchem. Penso que se não há um candidato que mereça o apoio do grupo de oração inteiro, não há candidato a ser apoiado/divulgado. Pelo menos abertamente, de modo que isso se torne escândalo e pedra de tropeço na vida de tantos que veem em nós exemplo de retidão e justiça.
Por fim, no que tange ao pleito que se aproxima, sugiro que façamos das redes sociais um campo de debates de ideias e não um campo de batalha... Não esqueçamos que não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar. O que nos une é infinitamente maior do que o que nos separa.


Conselho Nacional consagra nova presidência a Nossa Senhora Aparecida

A  tarde desse sábado (29) na reunião do Conselho Nacional da RCCBRASIL foi marcada por uma visita ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, onde ocorreu um ato de consagração da nova presidência eleita do Movimento à padroeira do Brasil.
O momento foi conduzido pelo assessor eclesiástico da RCC e arcebispo de Belém/PA, Dom Alberto Taveira, e aconteceu a pedido de Kátia Roldi Zavaris, que assume o cargo de presidente do Movimento em janeiro de 2013.
Em conversa com o Portal RCCBRASIL, Kátia ressaltou que a eleição na RCC não é um processo de escolha puramente humano, mas uma experiência de vivência dos carismas, na busca por se deixar direcionar pelo Espírito Santo. “Esse momento nos faz viver uma experiência do Senhorio de Jesus, pois sabemos que é a Sua mão poderosa que direciona todas as coisas. Meu coração está cheio de alegria e, como Maria, quero simplesmente dizer ‘eis me aqui, Senhor’“.
Em relação à missão de estar à frente do Movimento no Brasil, Kátia destacou a necessidade dos carismáticos serem agentes do Batismo no Espírito Santo: “Sinto que esse será um tempo de entregarmos, muitas vezes, nossas vidas nas mãos de Deus. Assim, seremos instrumentos 100% Dele e continuaremos difundindo a Cultura de Pentecostes no nosso país”.

Quem sou eu

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Somos um movimento eclesial, isto é, um jeito da igreja se manifestar. Queremos semear por todos os cantos da terra a cultura de Pentecostes. Renova os teus prodígios em nossa diocese. "Veni, spiritus creator"